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Música Divertida Brasileira - RAFAEL CORTEZ, FABIANO CAMBOTA E PEDRA LETÍCIA E-mail



 

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MDB - Música Divertida Brasileira.

Rafael Cortez e a banda Pedra Letícia resgatam as músicas mais engraçada da MPB, mapeadas entre os anos 20 e 80. Essas obras são então apresentadas em novas versões. A criação e direção é do próprio Cortez.

O MDB visa devolver às gerações mais velhas as músicas que embalaram momentos significantes de suas vidas. E presentar os jovens com canções que eles não conhecem em roupagens novas, quase sempre mais populares e dançantes, tornando-se, portanto, um show ideal para toda a família.

O espetáculo do MDB mescla música e stand-up, com Cortez e o talentoso humorista Fabiano Cambota (vocalista e líder da Pedra Letícia) dividindo os microfones e as piadas.

A Nissin viabiliza, via Proac-SP, os show na pequena turnê por parte do estado de São Paulo - onde Barueri, São Paulo, Piracicaba e Santo André contam com shows especiais.

O CD do MDB, à venda no final de cada show, tem 14 músicas e passeia pela obra de 38 diferentes compositores. Duas das 14 músicas são pout-porris de canções e o cantor Falcão participa com exclusividade no CD, cantando “Para Pedro”, uma das canções mais divertidas conhecida na voz de Wilson Simonal.

 

BRUNA LOUISE em DESBOCADA E-mail


 

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Bruna Louise é uma das poucas mulheres do Brasil a se aventurar na onda do stand up comedy, um cenário dominado pelos homens. Tanta coragem e bom humor renderam a ela grande notoriedade na comédia nacional, sendo considerada um dos destaques da nova geração do humor.

Mostrou isso nos principais shows de stand up do Brasil e em programas de TV, como o Super Pop, Legendários, Domingão do Faustão e no Programa do Jô, sua entrevista mais recente.

Com seu repertório, a comediante agrada o grande público feminino que até então estava sendo deixado de lado pelos standpers, que em grande maioria, satirizam e diminuem as mulheres.

Bruna Louise, ao contrário, tem como tema principal justamente brincar com os defeitos dos homens, e enaltecer, claro, as qualidades da mulher. Com isso, ela conseguiu um número significativo de seguidores nas redes sociais, mais de 500mil inscritos em menos de 3 meses no seu canal DESBOCADA do Youtube, se tornando assim, uma formadora de opinião irreverente, desbocada e bem humorada.

TIAGO IORC - Turnê TROCO LIKES E-mail


 

 

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TROCO LIKES é a turnê do mais novo disco do músico TIAGO IORC

 

Tiago é um daqueles raros casos em que um artista consegue dialogar com um grande público justamente pela alta qualidade de seu trabalho. Dono de bela voz e grande inquietude criativa, o brasiliense criado no exterior vê seu público crescer consideravelmente a cada turnê.

 

Isso tem a ver com o envolvimento criado por suas composições tão sinceras quanto bem feitas vistas ao longo de sua crescente discografia - e Troco Likes, novo disco com repertório 100% autoral é seu primeiro trabalho completamente em português, como a conclusão de um processo de Tiago se entender cada vez mais como brasileiro.

 

Após ter tocado em palcos consagrados - como o festival SXSW (Texas), o Rockwood Music Hall (Nova York), Toronto Music Festival (Canadá), Grand Mint Festival (Coreia do Sul) e Vodafone Music Fest (Lisboa)-, Tiago Iorc levará Brasil afora a turnê de seu quarto álbum, disposto a mostrar o quanto ele é um dos artistas mais "curtidos" dentro da música autoral brasileira.

 

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Se fosse Fácil, Não Teria Graça E-mail

Se fosse fácil, não teria graça chega a Santo André com sessão gratuita

Apresentação será na quinta-feira, dia 08, às 21h no teatro Municipal de Santo André. Os ingressos devem ser retirados 2 horas antes do espetáculo na bilheteria teatro.

Baseado no livro Um palhaço na boca do vulcão (editora Grua), de Nando Bolognesi, a peça “Se fosse fácil, não teria graça” estará em cartaz na quinta-feira, 8 de setembro, no teatro Municipal de Santo André (Praça IV Centenário – Centro) às 21h. Os ingressos devem ser retirados duas horas antes do espetáculo na bilheteria do teatro. A peça tem patrocínio do Minc (Ministério da Cultura), e tem como apoiador o Itau Cultural.

Em cartaz em São Paulo desde agosto de 2013 o espetáculo narra, sempre com muito bom humor, a trajetória do autor e interprete sobre como aprendeu a conviver com as limitações impostas por uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante.

Seu relato sobre como podemos transformar dificuldades, limites e crises em alegrias, desafios e realizações é engraçado, humano e comovente traz diversas reflexões sobre a vida, a morte, nosso lugar no universo e nossa relação com a alteridade.

Sem pieguices, a tragicomédia que pode ser considerada a primeira sitdowntragedy, faz rir e chorar e convida o público a repensar o modo de estar no mundo e a enxergar a vida.

Sobre o ator - 
Nando Bolognesi nasceu em maio de 1968. Formou-se em Economia na USP – Universidade de São Paulo - e História na PUC – Pontifícia Universidade Católica. Aos 21 soube que sofria de uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante. Resolveu dar uma virada na própria vida e ingressou na concorridíssima Escola de Arte Dramática EAD-ECA-USP. Casou-se e adotou um filho.

Trabalhou no cinema, na televisão e no teatro com diretores consagrados como Hector Babenco, Laís Bodansky, Fernando Meirelles, Celso Frateschi, Elias Andreato, José Rubens Siqueira, Wellington Nogueira e William Pereira entre outros.

Integrou o elenco de palhaços dos Doutores da Alegria (2001/2005) e de palhaços improvisadores no espetáculo Jogando no Quintal (2002/2012); criou e dirigiu o projeto Cidadão Clown (2002) e criou, atuou e dirigiu o grupo Fantásticos Frenéticos – palhaços em Hospitais psiquiátricos (2006-2008).

Como redator, revisor e escritor prestou serviços de assessoria de Comunicação para empresas como Bunge, Villares, Bradesco Seguros, Fertimport e Cesp. Em 2012 foi aprovado no concurso para auditor fiscal tributário do município de São Paulo. Publicou o livro Um palhaço na boca do vulcão (ed. Grua), em agosto de 2014. Com base na história narrada no livro, desde agosto de 2013 apresenta o espetáculo Se fosse fácil, não teria graça em teatros e empresas

Sobre a esclerose múltipla - A esclerose múltipla acomete o sistema nervoso central e pode afetar o cérebro e a medula espinhal. Com o avanço da doença, os pacientes podem perder algumas capacidades físicas e cognitivas, manifestando-se de formas variadas em cada um.

Hoje o prognóstico da doença conta dos avanços da medicina, de novas abordagens terapêuticas e de tratamentos multidisciplinares que melhoram significativamente a qualidade de vida e o controle de surtos e sintomas dos pacientes.
Fonte: ABEM - Associação Brasileira de Esclerose Múltipla.

Morte Acidental de um ANARQUISTA E-mail

 

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

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Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar. A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.

Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi montada com referências ao caso Jean Charles.

“É impressionante como Morte Acidental ainda é atual, 45 anos depois de escrita. É como se ele estivesse falando dos dias hoje, principalmente no Brasil. Em chave de farsa Dario Fo, nos brinda com um texto brilhante. O que fizemos foi tirar as referências que só faziam sentido para os italianos e a realidade em que viviam nos anos setenta. A fábula, a história na nossa montagem esta intacta. O próprio Fo a cada remontagem da peça fazia modificações.” diz Hugo Coelho diretor da peça.

O personagem do Louco (Dan Stulbach), vê representar um juiz como ponto alto de sua "carreira", pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Fernando Sampaio) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Maira Chasseraux). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais. Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela “diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual" como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”'é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.

Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte e esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.

Ficha Técnica:

Texto: Dario Fo
Tradução: Roberta Barni
Dramaturgia e Direção: Hugo Coelho
Elenco: Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernando Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona
Música ao vivo: Rodrigo Geribello
Cenário: Marco Lima
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Hugo Coelho

 

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